Hymne A L'amour
(Edith Piaf)
Le ciel bleu sur nous peut s'effondrer
Et la Terre peut bien s'écrouler
Peut m'importe si tu m'aimes
Je me fous du monde entier
Et tant que l'amour inondera mes matins
Et tant que mon corps frémira sous tes mains
Peut m'importent les problèmes
Mon amour puisque tu m'aimes
J'irais jusqu'au bout du monde
Je me ferais teindre en blonde
Si tu me le demandais
J'irais décrocher la Lune
J'irais voler la fortune
Si tu me le demandais
Je renierais ma patrie
Je renierais mes amis
Si tu me le demandais
On peut bien rire de moi
Moi je ferais n'importe quoi
Si tu me le demandais
Et si un jour la vie t'arrache à moi
Si tu meures que tu sois loin de moi
Peu m'importe si tu m'aimes
Car moi je mourrai aussi
Et nous aurons pour nous l'éternité
Dans le bleu de toute l'immensité
Dans le ciel plus de problèmes
Mon amour crois-tu qu'on s'aime
Dans le ciel plus de problèmes
Mon amour puisque tu m'aimes
(Tradução)Hino ao amor
O céu azul sobre nós pode desabar
E a terra bem pode desmoronar
Pouco me importa, se tu me amas
Pouco se me dá o mundo inteiro
Desde que o amor inunde minhas manhãs
Desde que meu corpo esteja fremindo sob tuas mãos
Pouco me importam os problemas
Meu amor, já que tu me amas.
Eu irei até o fim do mundo
Mandarei pintar meu cabelo de louro
(ou: Me transformarei em loura)
Se tu me pedires
Irei despendurar a lua
Irei roubar a fortuna
Se tu me pedires
Eu renegarei minha pátria
Renegarei meus amigos
Se tu me pedires
Bem podem rir de mim
Farei o que quer que seja
Se tu me pedires
Se um dia a vida te arrancar de mim
Se tu morreres, se estiveres longe de mim
Pouco me importa, se tu me amas,
Porque eu morrerei também
Teremos para nós a eternidade,
No azul de toda a imensidão
No céu não haverá mais problemas
Meu amor, acredite que nos amamos.
Deus reúne os que se amam.
quarta-feira, 12 de novembro de 2008
terça-feira, 11 de novembro de 2008
Alcione
O que eu faço Amanhã
De repente você vem dizer Que não sente mais nada Que o sonho acabou E que já não dá mais prá ficar
Você fala de amor Feito um jogo de cartas marcadas Como roupa surrada Que a gente se cansa de usar
De repente você já nem vê O que faz mais sentido E me joga na cara palavras Que fazem doer demais
Bate a porta e me deixa assim Sem saber o que eu faço de mim Sem saber o que eu digo prá mim Se você me deixar
Que é que eu faço amanhã Quando eu me levantar E não ter mais teu corpo prá me aconchegar Não sentir teus abraços Querendo apertar o que sempre foi teu
Que é que eu digo à saudade quando ela chegar E o desejo na boca querendo beijar Que é que eu faço prá me acostumar A viver sem você
De repente você já nem vê O que faz mais sentido E me joga na cara palavras Que fazem doer demais
Bate a porta e me deixa assim Sem saber o que eu faço de mim Sem saber o que eu digo prá mim Se você me deixar
Que é que eu faço amanhã Quando eu me levantar E não ter mais teu corpo prá me aconchegar Não sentir teus abraços Querendo apertar o que sempre foi teu
Que é que eu digo à saudade quando ela chegar E o desejo na boca querendo beijar Que é que eu faço prá me acostumar A viver sem você
Que é que eu faço amanhã Quando eu me levantar E não ter mais teu corpo prá me aconchegar Não sentir teus abraços Querendo apertar o que sempre foi teu
Que é que eu digo à saudade quando ela chegar E o desejo na boca querendo beijar Que é que eu faço prá me acostumar A viver sem você
O que eu faço Amanhã
De repente você vem dizer Que não sente mais nada Que o sonho acabou E que já não dá mais prá ficar
Você fala de amor Feito um jogo de cartas marcadas Como roupa surrada Que a gente se cansa de usar
De repente você já nem vê O que faz mais sentido E me joga na cara palavras Que fazem doer demais
Bate a porta e me deixa assim Sem saber o que eu faço de mim Sem saber o que eu digo prá mim Se você me deixar
Que é que eu faço amanhã Quando eu me levantar E não ter mais teu corpo prá me aconchegar Não sentir teus abraços Querendo apertar o que sempre foi teu
Que é que eu digo à saudade quando ela chegar E o desejo na boca querendo beijar Que é que eu faço prá me acostumar A viver sem você
De repente você já nem vê O que faz mais sentido E me joga na cara palavras Que fazem doer demais
Bate a porta e me deixa assim Sem saber o que eu faço de mim Sem saber o que eu digo prá mim Se você me deixar
Que é que eu faço amanhã Quando eu me levantar E não ter mais teu corpo prá me aconchegar Não sentir teus abraços Querendo apertar o que sempre foi teu
Que é que eu digo à saudade quando ela chegar E o desejo na boca querendo beijar Que é que eu faço prá me acostumar A viver sem você
Que é que eu faço amanhã Quando eu me levantar E não ter mais teu corpo prá me aconchegar Não sentir teus abraços Querendo apertar o que sempre foi teu
Que é que eu digo à saudade quando ela chegar E o desejo na boca querendo beijar Que é que eu faço prá me acostumar A viver sem você
Você tem um Amigo ! You've got a friend Música : Carole King/James Taylor Tradução : Regina Célia Osborne. Quando você estiver "pra baixo" E com problemas E precisar de algum carinho E nada , nada estiver dando certo Feche seus olhos e pense em mim E logo estarei aí Para clarear a sua noite mais escura Apenas chame meu nome E você sabe onde eu estou E eu virei correndo , oh sim , Eu virei , pra ver você Inverno , primavera , Verão ou outono , Tudo que você tem a fazer é chamar E eu estarei aí Você tem um amigo Se o céu sobre você Se tornar escuro e cheio de nuvens E aquele velho vento do norte Começar a soprar Mantenha sua cabeça no lugar E chame meu nome alto Logo você me ouvirá batendo à sua porta Apenas chame meu nome E você sabe onde eu estou E eu virei correndo pra ver você Inverno, primavera, verão ou outono Tudo que você tem a fazer é chamar E eu estarei aí Não é bom saber que tem um amigo? Quando as pessoas Se apresentam tão frias Elas vão lhe machucar E lhe abandonar E vão carregar a sua alma , Se você deixar Mas não deixe que o façam Apenas chame meu nome E você sabe onde eu estou E eu virei correndo para ver você Inverno , primavera , Verão ou outono Tudo que você tem a fazer é chamar E eu estarei aí
segunda-feira, 10 de novembro de 2008
Alma gêmea de minha alma Flor de luz de minha vida Sublime estrela caída Das belezas da amplidão . Quando eu errava no mundo Triste e só, no meu caminho , Chegaste, devagarinho , E encheste-me o coração. Vinhas na benção das flores Da divina claridade , Tecer-me a felicidade Em sorrisos de esplendor ! És meu tesouro infinito . Juro-te eterna aliança Porque sou tua esperança , Como és todo meu amor ! Alma gêmea de minha alma Se eu te perder algum dia... Serei tua eterna agonia , Da saudade nos seus véus... Se um dia me abandonares Luz terna dos meus amores, Hei de esperar-te , entre as flores Da claridade dos céus .
Emmanuel - Francisco Cândido Xavier
Livro: Ha Dois mil Anos
Emmanuel - Francisco Cândido Xavier
Livro: Ha Dois mil Anos
domingo, 9 de novembro de 2008
Barquinho da vida
Domingo
Dia que sempre pensei alegre,
com cheiro de flores, sol iluminado,
gritinhos de crianças brincando...
Que estranho !
Domingo
escuro, triste e silencioso....
Só escuto meu coração batendo apertado
e os pensamentos que me atordoam a cada minuto.
Será que estou agindo certo?
Será que ele é mesmo a pessoa
que deve ficar a meu lado para o resto da vida?
E que resto será esse?
De quanto tempo estou falando? Dois,dez ,vinte anos?
Não sei....
Achei sempre que poderia ir levando tudo...
levando como um barquinho sem remo
e sem rumo pela correnteza...
ora agitada, ora calma e mansa...
Acho que me enganei
e sinto que o barquinho está à deriva e só eu estou dentro dele.
Onde estarão os demais passageiros?
Pularam?
Não sei qual a resposta...
Só sei que estou triste ...
me sentindo só e vendo que realmente todos os barquinhos
que nos apresenta a vida são iguais...
mais dia,menos dia, aparece aquele buraquinho no casco que você acha que poderá tapar, esconder, colocando algo por cima..
Doce ilusão !
A água chega e o barquinho um dia ,
sem aviso e, maroto e mais rápido que seu raciocínio,
começa, rapidamente, a afundar...
E agora?
O que faço?
Como posso transformar esse barquinho novamente?
Será que ainda há tempo?
Será que vale a pena?
Domingo
Dia que sempre pensei alegre,
com cheiro de flores, sol iluminado,
gritinhos de crianças brincando...
Que estranho !
Domingo
escuro, triste e silencioso....
Só escuto meu coração batendo apertado
e os pensamentos que me atordoam a cada minuto.
Será que estou agindo certo?
Será que ele é mesmo a pessoa
que deve ficar a meu lado para o resto da vida?
E que resto será esse?
De quanto tempo estou falando? Dois,dez ,vinte anos?
Não sei....
Achei sempre que poderia ir levando tudo...
levando como um barquinho sem remo
e sem rumo pela correnteza...
ora agitada, ora calma e mansa...
Acho que me enganei
e sinto que o barquinho está à deriva e só eu estou dentro dele.
Onde estarão os demais passageiros?
Pularam?
Não sei qual a resposta...
Só sei que estou triste ...
me sentindo só e vendo que realmente todos os barquinhos
que nos apresenta a vida são iguais...
mais dia,menos dia, aparece aquele buraquinho no casco que você acha que poderá tapar, esconder, colocando algo por cima..
Doce ilusão !
A água chega e o barquinho um dia ,
sem aviso e, maroto e mais rápido que seu raciocínio,
começa, rapidamente, a afundar...
E agora?
O que faço?
Como posso transformar esse barquinho novamente?
Será que ainda há tempo?
Será que vale a pena?
sexta-feira, 7 de novembro de 2008
O SONHO QUE SONHO
Jorge Linhaça
O sonho que sonho
me deixa acordado
carrego em meu peito
mundos sem fim
Se sonho o que sonho
e se fico calado
sou anjo amputado
da fé que há em mim
Me dizem, me falam
já passou da hora
de colher os frutos
da semeadura
Meus lábios se calam
minh'alma já chora
coberta do luto
das minhas agruras
Se canto meu canto
liberto da usura
talves seja o medo
de perder o fio
Não sou nenhum santo
mas trago a candura
criada em mim cedo
um tanto infantil
Se a senda eu percorro
com meus pés descalços
num rumo incerto
(dir-me-ão alguns)
de fome não morro
enfrento os percalços
pois Deus está perto
não esquece nenhum
A fama é volátil
eterna madrasta;
Falso brilhante
a nos seduzir
qual faca retrátil
à alma desbasta
passado um instante
ela já nos fugiu
Castelos de areia
não tem alicerces
desabam assim
que as ondas os cobrem
Acendo a candeia
que a luz me empreste
na rocha enfim
as paredes já sobem
A minha tapera
sem luxo nem viço
na pedra construo
sem pressa ou clamor
Se finda a espera
prossegue o serviço
e o bem distribuo:
sementes de amor
Chegada a colheita
quem pode dizer
quais serão os frutos
de doce sabor?
Se o mal nos espreita
desde o nascer
a ajuda desfruto
de Nosso Senhor.
A semente lançada
ao solo depende
Se cresce ou fenece
se mirra ou abunda
A alma cansada
pro lado já pende
mas pela benesse
na fé se refunda
Semeio ao vento
o que posso dar:
nem prata nem ouro,
apenas carinho
Palavras de alento
que possam guardar
tal qual um tesouro
de um menininho
À Deus agradeço
o dom recebido;
se talento tenho
foi Ele quem deu.
Se eu esmoreço
ou fico esquecido
e a Deus não atendo
que homem sou eu ?
Jorge Linhaça
O sonho que sonho
me deixa acordado
carrego em meu peito
mundos sem fim
Se sonho o que sonho
e se fico calado
sou anjo amputado
da fé que há em mim
Me dizem, me falam
já passou da hora
de colher os frutos
da semeadura
Meus lábios se calam
minh'alma já chora
coberta do luto
das minhas agruras
Se canto meu canto
liberto da usura
talves seja o medo
de perder o fio
Não sou nenhum santo
mas trago a candura
criada em mim cedo
um tanto infantil
Se a senda eu percorro
com meus pés descalços
num rumo incerto
(dir-me-ão alguns)
de fome não morro
enfrento os percalços
pois Deus está perto
não esquece nenhum
A fama é volátil
eterna madrasta;
Falso brilhante
a nos seduzir
qual faca retrátil
à alma desbasta
passado um instante
ela já nos fugiu
Castelos de areia
não tem alicerces
desabam assim
que as ondas os cobrem
Acendo a candeia
que a luz me empreste
na rocha enfim
as paredes já sobem
A minha tapera
sem luxo nem viço
na pedra construo
sem pressa ou clamor
Se finda a espera
prossegue o serviço
e o bem distribuo:
sementes de amor
Chegada a colheita
quem pode dizer
quais serão os frutos
de doce sabor?
Se o mal nos espreita
desde o nascer
a ajuda desfruto
de Nosso Senhor.
A semente lançada
ao solo depende
Se cresce ou fenece
se mirra ou abunda
A alma cansada
pro lado já pende
mas pela benesse
na fé se refunda
Semeio ao vento
o que posso dar:
nem prata nem ouro,
apenas carinho
Palavras de alento
que possam guardar
tal qual um tesouro
de um menininho
À Deus agradeço
o dom recebido;
se talento tenho
foi Ele quem deu.
Se eu esmoreço
ou fico esquecido
e a Deus não atendo
que homem sou eu ?
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